Quarta-feira, 21 de Setembro de 2011

 

“Ambas sabiam o que aconteceria. Era assim a sua vida, e nunca haveria de mudar, tanto quanto era previsível. O sexo mantinha o seu mundo em movimento, era o que lhes interessava e o que os divertia. Era à borla, sabia bem, e às vezes conferia um grande poder a uma mulher.”

 

Martina Cole in Duas Mulheres



publicado por Dreamfinder às 19:40
Quarta-feira, 05 de Maio de 2010

 

“Adorava tudo nele. Via no olhar de desprezo a expressão de um homem vivido. A boca cruel despertava-lhe um desejo intenso. Apetecia-lhe beijá-lo até ele ficar inconsciente. A dureza dos olhos parecia-lhe brincalhona e sonhadora. Via o que queria ver e, como a maioria das mulheres apaixonadas, via o homem dos seus sonhos.”

 

Martina Cole in Duas Mulheres



publicado por Dreamfinder às 09:34
Terça-feira, 01 de Dezembro de 2009

 

“Olhou para a sua menina de ouro, a mais velha, com quem sempre sentira uma afinidade particular. Essencialmente, porque partilhavam o mesmo carácter egoísta, o mesmo ar indolente. Toda a gente adora ver-se espelhada nos filhos; e quanto mais defeitos paternos eles revelam, tanto mais os amam. Faz parte da natureza humana.”
 
Martina Cole in Duas Mulheres


publicado por Dreamfinder às 09:19
Quarta-feira, 22 de Abril de 2009

 

“Pode-se confiar em toda a gente, mas nunca confies em ninguém. É a única maneira de se viver neste mundo."

 

 

Martina Cole in Duas Mulheres



publicado por Dreamfinder às 10:28
Domingo, 08 de Março de 2009

Uma sugestão no feminino:

 

Duas Mulheres

Martina Cole

(Civilização)

 

 

Uma história que nos é, simultaneamente, próxima e distante. Próxima, naquilo que tem de actual: o tema da violência doméstica preenche, cada vez mais, as notícias e as preocupações da sociedade actual. Distante, em tudo aquilo que achamos impossível. À medida que percorremos as páginas do livro, tomamos consciência de uma realidade que julgávamos inexistente ou, pelo menos, extinta há alguns anos. Mas será? As notícias, as reportagens, as estatísticas, as denúncias vêm provar o contrário.

Martina Cole transporta-nos para a dura realidade de uma Inglaterra bairrista, onde os homens tudo podem e as mulheres se limitam a ser o seu saco de boxe quando o dia lhes corre mal, ou o sexo gratuito quando o dinheiro é pouco para as outras que se vendem. Susan é uma mulher marcada pelas circunstâncias da vida mas, sobretudo, pelos homens. Marcada na cara, no corpo e na alma. Desde pequena viu a mãe ser brutalizada pelo pai, quando ainda nada a levava a crer ser aquele o seu futuro, quando os sonhos ainda lhe davam espaço a voar para um mundo longe daquele. Habituada a ser brutalizada e violada pelo seu próprio pai, Susan é uma mulher demasiado acostumada a ser usada pelos homens, para se conseguir erguer. Porém, aquilo que ninguém previa (ou ninguém quis prever), é que Susan, além de uma mãe carinhosa e exemplar, é capaz de tudo, mesmo tudo, pelos seus filhos. Até matar!

Uma história emocionante, marcada pela tragédia, por vidas despedaçadas por um machismo reinante, por mulheres presas a um mundo sem espaço para elas, por uma lei incapaz (e sem vontade) de proteger as mulheres violentadas, por uma sociedade que vive na lacuna dos deveres morais e familiares... Uma verdadeira lição de vida. Forte e apaixonante.



publicado por Dreamfinder às 09:23
“Um leitor é sempre um estudante do mundo.” Deborah Smith
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